Loja
Maçônica Fraternidade Universal Vª - Nº
1524, fundada em 14 de Maio de 1961, num domingo dia das Mães,
o que nos permite dizer que o hoje presente pode abraçar
o passado com nostalgia, pela feliz coincidência da data
de fundação de nossa Loja Maçônica
Fraternidade Universal Vª, no dia 14 de Maio de 1961, um
domingo comemorativo do dia das Mães. Data mais bonita,
impossível.
O nascimento
de nossa Loja Maçônica Fraternidade Universal Vª
naquela data tão materna, fortaleceu nos corações
de nossos Irmãos um dos postulados mais singelos adotados
pela Maçonaria, que é o da prática da beneficência,
e coroando este postulado, no ano de 1969 a nossa Loja Maçônica
passou à frente da administração, coordenação
e manutenção da “SOCIEDADE EDUCACIONAL DE
MENINAS DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM – CASA DA MENINA”,
obra idealizada por Irmãos de nossa co-irmã Loja
Maçônica Fraternidade e Luz, que naquela época
já administava o Patronato Monte Líbano.
Os primeiros
passos dados pela CASA DA MENINA sob a direção de
nossa Loja foram auxiliados pelas mãos carinhosas de Dona
Percília Cadê, mãe de nosso Irmão Milton
Cadê.
Por mais
uma vez os Irmãos abrem seus corações, arregaçam
as mangas e partem para a luta. Vão construir a sede própria
da CASA DA MENINA. Recebem como doação do Irmão
Azinho Ramos um terreno de aproximadamente 7.000 m2. Em 1977 tem
início a construção da sede própria
da CASA DA MENINA, culminando com mais uma vitória com
os festejos de inauguração da sede própria
da CASA DA MENINA, aos 18 dias de Junho de 1981.
Atualmente
mantida e administrada pela Loja Maçônica Fraternidade
Universal Vª, com sua sede própria em área
construída de aproximadamente 1.200 m2, abrigamos e agasalhamos
36 meninas menores abandonadas de 2 a 14 anos de idade. Ali elas
estudam, tem uma boa alimentação, desenvolvem atividades
educacionais e têm as primeiras orientações
para uma vida profissional. As maiores de 14 anos já trabalham
na sociedade de nossa cidade. Podemos dizer que têm um verdadeiro
lar.
Abrigamos
hoje em nossas instalações meninas que por obra
do destino foram abandonadas ou tiveram seus lares destruídos.
Substituímos? Dizemos que não. Apenas depositamos
um pouco de nossas famílias naquelas mãozinhas inocentes
e carentes.
É
o bastante? Dizemos que não, porque sabemos que enquanto
mãos carentes estiverem batendo nos portais da vida, haverá
um Maçon, haverá uma CASA DA MENINA para estender-lhes
pelo menos um dos dedos da mão. |